O programa de 30 minutos, com dois blocos de 15,
enfocou a vida do cantor, sua conhecida irreverência, intercalando imagem da
cidade, como a Feira, ruas, com a entrevista no interior do Museu de Arte
Popular, tendo como pano de fundo a vastidão do espelho d`água do Açude Velho.
“Biliu” cantou músicas de seu repertório e de outros
da “Pré-história do forró”, falou de sua falta de vocação para a advocacia, de
sua ampla fonte de inspiração e não poupou os o forró estilizado ou de
“plástico”. Para ele, “esse pessoal faz força para cantar forro e diz que
está dando forço ao forró”., deixando em relevo toda a artificialidade de quem
não é do ramo.
Algumas tomadas com o cantor foram feitas com ele
caminhando com naturalidade pela Feira Central, parando nas barracas e
atendendo aos fãs. Foram resgatadas ainda imagens de apresentações dele em
variados programas, desfilando o repertório de seu coco.
Pelo contexto cênico, quem tomou conhecimento do
cantor e sua história de criação e irreverência, também foi agraciado com belas
imagens de Campina Grande, principalmente, da suntuosidade das acomodações do
Museu, popularmente conhecido com o “Museu dos Três Pandeiros”, em todo cenário
em seu entorno tornadas com as plácidas águas do Açude Velho.
Fonte: Codecom


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